27 de agosto de 2026
Digital e Inovação

Artigo de juízes do CNJ sobre prova produzida por inteligência artificial é levado ao debate da OEA

Um artigo produzido por juízes auxiliares do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o uso de inteligência artificial (IA) na produção e na avaliação de provas judiciais foi compartilhado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) durante um workshop que reuniu mais de 40 magistrados das Américas, entre 10 e 12 de agosto de 2026, em Washington, D.C.

Intitulado “O juiz como gatekeeper: prova produzida por IA e a agenda da OEA para as Américas”, o texto havia sido publicado pelo Consultor Jurídico (Conjur) em 8 de agosto. Ele aborda os critérios que permitem aos magistrados avaliar a autenticidade, a confiabilidade e a admissibilidade de conteúdos gerados ou alterados por IA.

Diante da facilidade de manipular recursos visuais, sonoros e textuais, os autores enfatizam a importância de auditar não apenas o resultado da prova, mas também o processo e as condições em que ela foi construída.

Segundo um dos autores, responsável pela Escola Nacional do Judiciário (Enaju), o compartilhamento insere a contribuição brasileira no debate internacional e amplia a agenda de pesquisa da Escola sobre inteligência artificial, transformação digital e evidências.

Resumo informativo elaborado a partir da fonte indicada. Para o conteúdo integral e eventuais atualizações, consulte a fonte oficial. Não constitui aconselhamento jurídico.

Fonte: CNJ (Conselho Nacional de Justiça) — Agência CNJ de Notícias